De que forma nos alimentamos de política ou como à regurgitamos?

De que forma nos alimentamos de política ou como à regurgitamos?

10 de outubro de 2017 0 Por Correio VP

Existe todo um processo de formação política. Seja ela acadêmica ou na rígida criação familiar. Mas, partindo do lado completamente oposto da integra de politica, nos deparamos com um senário politico, pode se dizer, oligárquico, solúvel e moralmente peneirado. Onde estamos a mercê de toda decadência e prepotência  do” esforçado” trabalho dos politicantes. Que se alimentam do fardo popular e se lambuzam. Deixando migalhas das demais formas, seja buracos na economia ou todo o descaso observado de bico calado pela população. Usam do populismo e de toda a engrenagem manuseada a ferro quente dos recursos midiáticos. A teletela, que exerce o seu papel, com um semblante fixo e sorrateiro, como  negociantes. Negociantes, negociam e vendem a preço de banana dignidade e ufanismo.

Quase que podemos nos esgueirar um pouco e refletir sobre como comemos politica e jogamos tudo pela privada. Como se” dia a dia e quase minuto a minuto o passado é atualizado”. Completamente curvados, desvirtuados do amplo caminho do pensamento e por consequência, a revolução. Andam por ai como meros serviçais. Estufando o peito para defender o que foi minunciosamente distribuído pelos seus “representantes” eleitos.  Estruturas construídas pelas fragilidades humanas, erguendo pilares conformativos de discursos reconfortantes.

 

Como um pulmão preenchido por catarro. Escarrem toda essa pressão exercida, toda essa repressão que calam a todos nós. Nos esforcemos ao poder bélico do conhecimento. Essa é a unica barreira que nos adormece.

Por Isaías Gutemberg

 

“NUM TEMPO DE ENGANO UNIVERSAL, DIZER A VERDADE É UM ATO REVOLUCIONÁRIO”  (1984- George Orwell)