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BEM VINDOS AO JORNAL CORREIO VALE DO PARAMIRIM 

Plantas se comunicam por baixo da terra

Plantas se comunicam por baixo da terra

Plantas se comunicam por baixo da terra

Pesquisadores da Universidade de Ciências Agronômicas da Suécia descobriram que pés de milho, por meio da secreção de substâncias químicas pelas raízes, mantém um sistema de comunicação por baixo da terra. Captando esses recados químicos deixados no solo, as plantas detectam se suas vizinhas de plantação estão invadindo seu espaço – e começam a crescer mais rápido para disputar um lugar ao Sol.

O teste foi assim: primeiro, os pesquisadores roçaram um pé de milho com uma escova por um minuto diário, induzindo um estímulo semelhante ao que seria gerado pelo contato com as folhas de um vizinho que tivesse crescido mais que o normal. Em resposta, o exemplar secretou uma substância pela raíz, que contaminou a água em que ela era cultivada. O próximo passo foi tirar a planta dali e colocar outro broto na mesma água. Não deu outra: o vegetal jovem captou a mensagem química, e começou a crescer mais rápido para tentar superar a planta que parecia estar próxima. Os detalhes estão no artigo científico.

Já se sabe há algum tempo que um fenômeno de controle de espaço parecido provavelmente ocorre com copas de árvores maiores, como os pinheiros. A diferença é que elas, em vez de competir, tentam colaborar: quando as folhas de um começam a roçar nas do outro, as duas árvores “entendem” que é melhor para de crescer por aí – e respeitam o espaço uma da outra. Assustador: plantas conversam, e espécies diferentes têm personalidades diferentes.

Plantas se comunicam por baixo da terra

Desabamento de prédio escancara o apartheid habitacional na cidade mais rica do Brasil

Desabamento de prédio escancara o apartheid habitacional na cidade mais rica do Brasil

Para urbanistas, debate sobre ocupações e movimentos sociais mascara problema maior.

Falta uma política digna para um milhão de pessoas sem teto na cidade mais rica do país

desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, escancarou uma verdade com a qual a população da periferia convive diariamente, mas que a classe média e alta esquece ou simplesmente ignora. Na maior e mais rica cidade do país, nem todos os seus habitantes podem se dar ao luxo de pagar aluguel ou prestação de um apartamento. Muito menos se o imóvel estiver na região central da cidade e próximo de seus locais de trabalho. Os dados corroboram as impressões: só na capital paulista há um déficit habitacional de 358.000 moradias, o que significa que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas vivem de forma precária. Em todo o Brasil, segundo dados do IBGE, mais seis milhões de famílias — ou aproximadamente 20 milhões de pessoas — precisam de um lugar para viver, ao mesmo tempo em que sete milhões de imóveis estão vazios.

Um dos efeitos colaterais dessa matemática que não fecha, principalmente nas grandes metrópoles, é a ocupação de edifícios ou terrenos vazios. Só em São Paulo, há 206 ocupações onde vivem mais de 45.000 famílias, segundo a Prefeitura. No centro da capital há 70 do gênero, geralmente em velhos edifícios abandonados por seus proprietários — no caso do Wilton Paes de Almeida, pelo próprio Governo Federal durante 17 anos — e muitos sem pagamento de IPTU. Só nesses 70 imóveis da região central vivem 4.000 famílias. “Existe um estado de verdadeira emergência habitacional em São Paulo. O indicador disso é a explosão de ocupações não apenas de prédios vazios, mas também de terrenos na extrema periferia”, observa Raquel Rolnik, professora de arquitetura e urbanismo da Universidade de São Paulo.

As ocupações têm sido lideradas por movimentos sociais de luta por moradia que se escudam na Constituição Federal para justificar suas ações: em seu artigo 5º, a Carta Magna garante o direito à propriedade desde que ela atenda a sua “função social” — isto significa que ela deve ser ou produtiva ou estar habitada para que atenda a interesses coletivos. A Constituição ainda afirma, em seu artigo 6º, que a moradia é um “direito social”. Em seu artigo 23º, estabelece que cabe a União, Estados e Municípios “promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico”.

Estima-se que só em São Paulo existam cerca de 100 movimentos organizados com esse propósito, segundo cálculo de Luiz Kohara, doutor em Urbanismo pela USP, que estuda esses grupos e acompanha a questão da política de moradia na capital paulista. Com a queda do edifício do largo do Paissandu, veio à luz a ação do Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM), cujo líder, conhecido por Ananias, estava ausente quando as famílias se viram desabrigadas sem ter para onde ir. Logo vieram as primeiras informações dos moradores que conseguiram sair com vida do edifício contando que pagavam uma mensalidade, interpretado como um aluguel, para viver em condições degradantes no prédio que pode ter vitimado seis pessoas pelo menos. Sua ausência em momento tão difícil enfureceu moradores, e os paulistas que acompanhavam o noticiário, contribuindo para que o papel dos movimentos como um todo começasse a ser colocado em xeque.

Da indústria dos sem teto para beneficiar oportunistas, a espaço para distribuição de drogas, como afirmou o ex-prefeito João Doria sobre o edifício Wilton Paes (mesmo sem dar mais evidências sobre o assunto), toda sorte de interpretações cresceu sob a comoção da queda do edifício que virou pó diante das câmeras de televisão, e matou ao menos um  morador que ajudava os demais a escapar do fogo – ainda há cinco pessoas que podem estar sob os escombros. A prática de cobrar mensalidade como rateio de despesas em prédios ocupados, no entanto, foi reconhecida como uma prática corriqueira pelo próprio secretário de Habitação de São Paulo, Fernando Chucre, no mesmo dia do acidente durante uma coletiva com jornalistas. Chucre também lembrou que há outra liderança do MLSM que vinha conversando com a prefeitura, mas que está hospitalizada em consequência do fogo no edifício. “A liderança geral do movimento é o Ananias, mas o edifício possuía uma coordenadora própria. Só que ela está internada com queimaduras e não conseguimos contactá-la”, explicou ao EL PAÍS. Durante os dias que se seguiram à tragédia, foi Ricardo Luciano, conhecido como Careca, quem assumiu a dianteira. Ele integra o movimento, sendo o responsável pela abertura dos edifícios fechados que serão invadidos na sequência. “Não temo a criminalização. Eu já sou criminalizado porque sou um excluído”, diz ele.

Todo esse debate, porém, deixou em segundo plano a questão principal que está na base da discussão, que é a própria falta de moradia digna para mais de um milhão de pessoas em São Paulo, observa Luiz Kohara. “Temos um pano de fundo que é a tragédia anunciada das milhares de família que moram em áreas de risco, tanto as que vivem em favelas, ou regiões que passam por desmoronamento quando chove, como as que podem enfrentar incêndios em prédios ocupados no centro de São Paulo”, diz ele.

As ocupações seguem a filosofia anarquista dos okupas (ou squatters), que surgiu na década de 60 na Europa, e cresceu nos anos 80. Eles assumem edifícios que estão vazios há muitos anos como ação política para denunciar o déficit de moradias para quem mais precisa, e como instrumento de pressão para que o poder público assuma uma política mais antenada com a urgência da sociedade. “Parte dos movimentos sociais que lutam por moradia é séria e organizada, com história de combatividade e conquistas na política pública de habitação, e que ajudaram a conquistar a lei do Estatuto da Cidade em 2001, e que atuaram para que os planos diretores dos municípios não fossem reféns da especulação imobiliária”, diz Guilherme Boulous, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto. “É evidente que existem aproveitadores e oportunistas nos movimentos sociais, como, aliás, há em toda parte. Há mais oportunistas por metro quadrado no Congresso Nacional que nos movimentos de moradia”, ironiza.

Enquanto a discussão se mantém sobre quem são os bons e maus na defesa dos que mais precisam de moradia, Kohara joga luz sobre a matemática perversa na habitação em São Paulo. “Entre janeiro de 2008 e março de 2018, um levantamento da FIPE revela que os preços dos imóveis cresceram 257 % enquanto o salário mínimo aumentou 130% e outras mercadorias, 80%”, diz ele. Para remediar parte do problema, a prefeitura de São Paulo entregou, entre 2013 até o momento, uma média de 3.800 moradias por ano, muito longe do necessário. O secretário de Habitação de São Paulo, Fernando Chucre, explica que o principal entrave para fazer uma política habitacional em larga escala é a falta de recursos e de financiamento, principalmente voltado para as regiões centrais. Reabilitar um imóvel antigo e adequá-lo a todas as normas de segurança, ele explica, acaba saindo mais caro do que produzir uma nova casa ou edifício na periferia. Uma linha de financiamento disponível é o Minha Casa Minha Vida – Entidades, em que os próprios movimentos de moradia podem participar da reforma de um imóvel e indicam as famílias que lá morarão. Mas esta fórmula é cada vez mais restrita.

Com exceção de algumas construções, como as torres residenciais para habitação social construídas recentemente — e não sem críticas na região da Cracolândia, o poder público investe há décadas em grandes conjuntos habitacionais nas periferias da cidade. O terreno é mais barato, mas muito longe da maior parte dos empregos de quem precisa morar ali e geralmente sem a infraestrutura adequada. Esta foi, inclusive, a tônica do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. Mas mesmo essa via ‘oficial’ guarda uma série de problemas: pode demorar anos, ou décadas, pela falta de prioridade de uma política habitacional dirigida, e as partes que mais precisam não estão sendo atendidas. Em São Paulo, desde 2010, somente 8% das quase 57.000 unidades erguidas pelo programa MCMV foram destinados a quem ganha até 3 salários mínimos, informa reportagem do jornal O Estado de São Paulo, com dados do Ministério das Cidades. Essa tem sido a faixa mais negligenciada em âmbito federal também. “O Governo Federal cortou o MCMV especialmente na faixa de zero a três salários mínimos, que são exatemente aqueles que mais precisam de política pública”, observa Raquel Rolnik.

Dinheiro para solucionar o problema sempre existiu, mas mal aplicado, segundo especialistas em urbanismo e habitação. “Não faltou e não falta dinheiro. Mas ele é colocado num modo de produção de moradia que é muito simplista, porque parte da lógica de que vou comprar grandes terrenos baratos, fora da cidade”, diz Washington Fajardo, arquiteto e urbanista, que cita o programa Minha Casa Minha Vida, como mau exemplo. “O Minha Casa Minha Vida nunca foi uma política habitacional, mas sim de incentivo econômico para combater a crise de 2008 cujo foco era produzir casa”, completa. Ele cita o fato de o Governo Dilma ter destinado 270 bilhões reais para esse programa. E que na gestão Temer, foram outros 70 bilhões. “São 340 bilhões, muito dinheiro. Usando como parâmetro o prédio que caiu em São Paulo, que tinha 14.000 metros quadrados e precisava de 40 milhões para ser reformados, poderíamos ter reformado 8.500 prédios como aquele. Ou seja, o valor colocado no MCMV poderia ter mudado o cenário dos centros urbanos brasileiros”, critica.

Raquel Rolnik também aponta outra fonte de recurso que, para ela, é mal aplicado: o bolsa aluguel, concedido pela prefeitura, para casos de emergência, como no caso do prédio que desmoronou no centro. As famílias que perderam o teto com o desabamento receberão 1,2 mil reais no primeiro mês, e têm direito a 400 reais mensais a partir daí. “Há 30.000 pessoas que recebem essa bolsa aluguel, e há algumas que estão há dez anos recebendo o benefício, e estão na fila para receber uma moradia. Mas não existe em nenhum lugar de São Paulo aluguel por este valor, nem na extrema periferia”, diz Rolnik. “Com esse recurso todo, a gente já podia estar fazendo algo. É uma falácia quando dizem que não há dinheiro. Ele só não está indo para quem precisa e para onde precisa”, completa. Para Evaniza Rodrigues, da União dos Movimentos de Moradia, que representa cerca de 40 grupos, o bolsa aluguel não é uma alternativa, nem pode ser vista como uma parte de uma política habitacional. “É mais para tirar o problema imediato da frente. Mas ele continua”, diz.

Fajardo diz que programas como o MCMV, visto como alternativa por muito tempo,  focam na construção de condomínios fechados para a população carente, um modelo similar ao dos ricos, “estimulando que a sociedade viva em guetos”. Milton Braga, doutor em urbanismo pela USP, segue a mesma linha. “São como depósitos de gente: sem mistura social, não são áreas adequadas, não têm infraestrutura, nem têm oportunidade [de trabalho perto]. É ruim para o Estado que tem de construir tudo que falta, fica mais caro que construir no centro, e é ruim para o morador que acaba privado de oportunidade”, diz ele

 

 

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/03/politica/1525300905_563422.html
Sonhos: como controlar os seus

Sonhos: como controlar os seus

Sonhos: como controlar os seus

Os sonhos são a realização de desejos ocultos.Quem disse isso foi o Freud em 1899 (depois de um sonho no qual ele descobria como curar uma paciente).E você já deve ter percebido que,muitas vezes é assim mesmo.Todo mundo já teve sonhos inesquecíveis,daqueles em que você mergulha em aventuras e romances,vive situações felizes e passa até por experiências surreais-como viajar no tempo,ganhar na loteria,reencontrar parentes falecidos,etc.Essas coisas acontecem com mais frequência do se imagina:passamos 1h20 sonhando,em média a cada noite.só que esquecemos da maior parte.Mas e se você pudesse não apenas lembrar dos seus sonhos,como também controlá-los?Essa é a proposta dos sonhos lúcidos,em que você fica consciente e pode fazer o que quiser

Sonhos: como controlar os seus

Exclusivo:  Rio do Pires: População pede a aprovação do projeto do executivo municipal  que destina recursos  ao Hospital do Sindicato do Trabalhadores Rurais  na ordem de R$245 mil reais  por ano.

Exclusivo: Rio do Pires: População pede a aprovação do projeto do executivo municipal  que destina recursos  ao Hospital do Sindicato do Trabalhadores Rurais  na ordem de R$245 mil reais  por ano.

Exclusivo:

Rio do Pires: População pede a aprovação do projeto do executivo municipal  que destina recursos  ao Hospital do Sindicato do Trabalhadores Rurais  na ordem de R$245 mil reais  por ano.

Na manhã desta quinta feira (03), a Câmara de Vereadores ficou lotada para acompanhar a sessão de votação do Projeto de lei  do executivo municipal, encaminhado  à Câmara de Vereadores  para apreciação e  votação, com objetivo de destinar recursos para manter o Hospital do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, no valor de R$  245mil reais por ano.

Por falta de alguns dos vereadores,  incluindo dois dos  quais  fizeram  parte da comissão  de análise  do  projeto, o projeto não pode ser votado nesta quinta feira(03), mas os vereadores presentes, já anteciparam seus  votos   favoráveis ao projeto  que será votado na próxima sessão do dia 9 de maio com a presença de todos os 9 vereadores e da população.

Vereadores presentes:

Presidente Liano Silva (PP)

Benigno (PMDB)

Daniel de Otavio (PMDB)

Nonga(PT)Faltou

Hernando da Serra (PT)

Lete(PSD

Wilson(PP)

Carlinhos de Dásio(PSD) Faltou

Helane (PP)

Força Tarefa prende quadrilha acusada da morte do delegado baiano Marco Torres; um bandido foi morto em troca de tiros

Força Tarefa prende quadrilha acusada da morte do delegado baiano Marco Torres; um bandido foi morto em troca de tiros

Força Tarefa prende quadrilha acusada da morte do delegado baiano Marco Torres

A Polícia Civil da Bahia, em conjunto com policiais de São Paulo, desarticulou uma quadrilha de bandidos apontada como autora da morte do delegado baiano Marco Torres, que teve o corpo carbonizado dentro de uma camionete Hilux, próximo ao Distrito de Sussuarana, na Bahia. CLIQUE AQUI E RELEMBRE O CASO.

Após dois dias de diligências em São Paulo, equipes da Polícia Civil, cumpriram dois mandados de prisão preventiva em desfavor de Júlio Carlos Pereira Rocha e busca e apreensão em sua residência, na qual também estava sua namorada.

Júlio já tinha uma mandado de prisão preventiva decretada, após as investigações relacionadas ao sequestro do gerente do Banco do Brasil em Barra da Estiva no dia 9 de abril deste ano.
No momento do cumprimento de sua prisão, ele resistiu e foi alvejado, sendo socorrido e levado a uma unidade hospitalar.
Segundo fontes ligadas à polícia, Júlio está cooperando com as investigações, e confessou ser o autor do sequestro da família do gerente em Barra da Estiva e apontou a residência onde estava o outro integrante da quadrilha, identificado como, Talles Deivison Souza Lelis, o qual também consta mandado de prisão preventiva em aberto.

Ainda de acordo com a polícia, Talles resistiu à voz de prisão e, após intenso tiroteio, foi alvejado e não resistiu aos ferimentos. Também na mesma operação, a polícia cumpriu mandado de prisão preventiva em desfavor de Guilherme Fraga na cidade de Montes Claros (MG), por ter também participado do crime em Barra da Estiva.

A quadrilha atuava em vários estados e é a principal suspeita pela morte do delegado Marco Torres, ocorrido em 12 de abril deste ano, em uma estra vicinal próximo ao Distrito de Sussuarana, onde o corpo foi queimando dentro do veículo que conduzia.

Nesta sexta-feira, 27, a Polícia Civil divulgou o relatório da operação em São paulo, onde os bandidos estavam escondidos.

Força Tarefa DPC MARCO TORRES
Resumo PARCIAL das ações realizadas na presente data – 27/04/18:
Após dois dias de diligências em São Paulo, equipe da PC/BA composta pelo DPC Marcus Vinicius de Morais Oliveira (DH/Vitória da Conquista, EPC Valdiran Paiva (DRACO/VCA) e o IPC Euler Guerra (DRACO/VCA), com o apoio irrestrito e essencial do DEIC, unidade Delegacia de Roubo a Bancos, atualmente chefiada pelo DPC Pedro Ivo Correia dos Santos, composta por 10 equipes, incluindo equipes táticas do GARRA/DEIC, cumpriu dois mandados de prisão preventiva em desfavor de JÚLIO CARĹOS PEREIRA ROCHA e busca e apreensão em sua residência, na qual também estava sua namorada.
JÚLIO é contumaz infrator da lei penal, sendo uma prisão preventiva decretada em face de representação do DPC Elvander Rodrigues (DRACO/VCA), após as investigações relacionadas ao sequestro do gerente do Banco do Brasil em 09/04/18, apontarem cabalmente JÚLIO e outros integrantes dessa associação criminosa como autores.
A outra prisão preventiva também foi em decorrência de roubo a instituição financeira na Bahia.
No momento do cumprimento de sua prisão, JÚLIO resistiu e foi alvejado, sendo socorrido e, aparentemente, passa bem.
JÚLIO está cooperando com as investigações, confessou ser coautor do crime em Barra da Estiva e apontou a residência onde está TALLES DEIVISON SOUZA LELIS, coautor no referido crime, contra o qual também consta mandado de prisão preventiva em aberto em seu desfavor.
TALLES resistiu à voz de prisão e, após intenso tiroteio, foi alvejado e não resistiu aos ferimentos.
Há três dias, esta equipe da PC/BA cumpriu mandado de prisão preventiva em desfavor de GUILHERME FRAGA, fato ocorrido em Montes Claros / MG, por ter também participado do crime em Barra da Estiva/BA.
Esta associação criminosa atua em vários estados e é a principal suspeita pela morte do DPC Marco Torres, fato ocorrido em 12/04/18, num município próximo a Barra da Estiva, queimando seu corpo e o veículo que conduzia.
Esta equipe da PC/BA integra a Força Tarefa que apura o referido assassinato.
Fonte: DPC Marcus Vinicius de Morais Oliveira

Fonte: http://www.tvsudoestedigital.com.br/2018/04/forca-tarefa-prende-quadrilha-acusada.html

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