Menus
RssFacebook
Selecionar Menu

HOME

BEM VINDOS AO JORNAL CORREIO VALE DO PARAMIRIM 

Bolsas ajudam quem quer voltar a estudar depois de adulto

Bolsas ajudam quem quer voltar a estudar depois de adulto

É possível cursar o EJA em instituições privadas com descontos que podem chegar a 70%

Alternativa para quem quer concluir os estudos, a modalidade de ensino Educação para Jovens Adultos (EJA) tem hoje mais de 3,4 milhões de alunos no país. São estudantes que, por diferentes motivos, tiveram de abandonar a sala de aula e agora retornam em busca de melhores oportunidades e colocação no mercado de trabalho.

Não há idade limite para voltar a estudar. Exemplo disso é a história da Renata Santos, de 38 anos, que no ano passado retomou a rotina com livros e cadernos. Agora em agosto, ela se forma no Ensino Médio e já tem planos de cursar a faculdade de Enfermagem.

O caminho até voltar à escola foi longo. Aos 25 anos, Renata ainda cursava a oitava série do Ensino Fundamental. Como não tinha mais a idade padrão para a série que frequentava, assistia às aulas em uma turma separada. Trabalhava fazendo faxinas e não conseguia conciliar as duas atividades.

Precisou priorizar o emprego, e abandonou os estudos. Apesar disso, Renata sempre manteve o sonho de voltar para o mundo dos livros e do conhecimento. Até que ficou sabendo das bolsas do Educa Mais Brasil para a modalidade EJA.

“Queria voltar, mas não conseguia porque precisava de algum dinheiro para pagar os estudos. Até que fiquei sabendo da bolsa do Educa Mais Brasil. Foi fundamental para eu acabar o Ensino Médio. Se não tivesse a bolsa, não conseguiria voltar para sala de aula”, conta Renata.

Hoje, Renata estuda no Colégio Delta, em Aracaju, Sergipe, instituição privada onde há aproximadamente 150 alunos na modalidade EJA. A história dela é bem parecida com a de outros estudantes brasileiros, diz a coordenadora do Ensino Médio e EJA, Adriana Prado Silva. “Infelizmente, a maior causa do abandono escolar é financeira. Muitos alunos têm que escolher entre trabalhar ou estudar”.Renata retomou os estudos depois de ganhar a bolsa do Educa Mais Brasil (Foto: Arquivo pessoal)

Do desemprego à contratação

A operadora de caixa Karoline Gadelha, de 24 anos, tem uma história inspiradora para quem acredita no poder da educação. Natural do Amazonas, ela havia abandonado o segundo ano Ensino Médio em 2014. Depois, mudou-se para Curitiba, conheceu o marido e ficou grávida. A volta à sala de aula, em meados de 2016, foi decisiva para entrar no mercado de trabalho. “Percebi que, em cidade grande, eu era muito cobrada para ter estudos. Procurava emprego e recebia ‘nãos’ por não ter o Ensino Médio”, lembra Karoline.

Foi então que conheceu o programa Educa Mais Brasil, por meio de um funcionário do marido. Contemplada com a bolsa, Karoline lembra de todo apoio que recebeu para cursar o EJA e terminar os estudos. “Na própria escola, me ajudaram bastante. Minha filha tinha recém nascido, eu precisava levar ela para a sala e as pessoas me ajudavam a cuidar enquanto eu assistia às aulas”.

Em abril deste ano, Karoline já se preparava para terminar os estudos quando começou a procurar emprego. No mesmo dia em que recebeu seu certificado de conclusão, mudou o currículo para “Ensino Médio Completo”. Dos 10 primeiros currículos que enviou, foi chamada para entrevistas em oito. Hoje, trabalha como operadora de caixa em uma loja de construção, e tem o sonho de cursar a faculdade de Ciências Contábeis.

Retorno à sala de aula traz esperança

Quando Rafael Santos Souza, de 26 anos, abandonou a escola aos 16, no sexto ano, imaginou que jamais voltaria a estudar. O diploma do Ensino Médio, então, era um sonho distante. Apesar disso, há dois anos ele percebeu que teria condições financeiras de voltar a estudar na modalidade EJA e se encheu de esperanças. A bolsa de 50% oferecida pelo Educa Mais Brasil foi determinante para retomar os estudos. “Quando vi que poderia rolar, essa chama reacendeu e foi muito bom”, conta.

Morador de Itarantim, na Bahia, ele recorda que seu reencontro com a vida escolar superou todas as expectativas, pois encontrou uma escola diferente e transformadora. “Eu nunca pensei em voltar, quando isso aconteceu vi que as coisas tinham se renovado. Fiquei tão feliz e foi tão bom que pagava até antes mesmo de vencer”, relata.

Rafael trabalha em uma empresa de contabilidade e comemora já ter completado o Ensino Fundamental. Falta pouco para ele realizar o sonho de ter o diploma do Ensino Médio. “Em dois anos vou estar formado. Com isso, vou poder me inscrever em concursos públicos, fazer cursos técnicos e crescer profissionalmente”, comemora.

Rafael quer investir em cursos técnicos depois que concluir o Ensino Médio (Foto: Arquivo pessoal)Rafael quer investir em cursos técnicos depois que concluir o Ensino Médio (Foto: Arquivo pessoal)

Rafael quer investir em cursos técnicos depois que concluir o Ensino Médio (Foto: Arquivo pessoal)

Transformação de vida

A busca por melhores vagas e colocação no mercado de trabalho é o principal motivo que leva os alunos de volta às salas de aula. Mas não é só isso. “Existe também a autoestima do aluno, de perceber que outros estão finalizando e ele vai ficando para trás. O próprio aluno decide que precisa retomar os estudos para se sentir melhor”, diz Adriana.

Renata concorda. “Estou muito feliz porque vou ter uma transformação de vida. Ficava com vergonha porque não tinha o Ensino Médio. Agora já consigo acompanhar os estudos dos meus filhos, que são adolescentes”, comemora.

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino voltada para jovens e adultos que não terminaram os estudos ou que não tiveram acesso ao Ensino Fundamental ou Ensino Médio na idade apropriada. Para se inscrever, é preciso ter no mínimo 15 anos (no caso do Ensino Fundamental) ou 18 anos (no caso do Ensino Médio).

Como funcionam as bolsas do Educa Mais Brasil

O Educa Mais Brasil oferece bolsas de estudo de até 70% para Ensino Básico, Graduação, Pós-Graduação, Cursos Técnicos e Profissionalizantes e Educação Jovens e Adultos (EJA), entre outras. São bolsas destinadas a estudantes que não podem pagar uma mensalidade integral. As inscrições para o programa são gratuitas e podem ser feitas através do site www.educamaisbrasil.com.br

https://g1.globo.com/especial-publicitario/educa-mais-brasil/noticia/bolsas-ajudam-quem-quer-voltar-a-estudar-depois-de-adulto.ghtml?utm_source=%25%25PATTERN:tvg_pgStr%25%25&utm_medium=display&utm_campaign=educamais&utm_content=202232_1G1_Especial_Educa_Mais_Native_Ads_G1_Home_MD_30%25_clusterizada&utm_term=estudar_eja_1_g1
A incrível jornada em busca do conhecimento

A incrível jornada em busca do conhecimento

Conhecimento que transforma: acompanhe, na linha do tempo a seguir, descobertas que ajudaram a desenvolver a sociedade

Brinquedos 160x600

Controlar a realidade. É o que defendiam os filósofos Francis Bacon e René Descartes, que viam o conhecimento como uma forma de emancipação humana. Conhecer nos permite entender o mundo e, a partir dessa sabedoria, criar técnicas para dominar a natureza — ou pelo menos é o que a gente pensa que faz. Observar e compreender a origem do fogo, por exemplo, permitiu que os ancestrais humanos desenvolvessem métodos para acender as primeiras fogueiras, uma descoberta fundamental para a humanidade. Se esse conhecimento não tivesse sido passado de geração para geração, o mundo moderno não teria sido criado. A ideia de conhecimento caracteriza a passagem do mundo arcaico para o moderno: usando a razão, o homem pôde entender por que as coisas são como são e, a partir disso, buscar soluções para os grandes problemas do mundo, desde a cura de doenças até a descoberta da eletricidade.

 

 

A incrível jornada em busca do conhecimento

Chá quente aumenta a probabilidade de câncer no esôfago

Chá quente aumenta a probabilidade de câncer no esôfago

Chá quente aumenta a probabilidade de câncer no esôfago

Com leite ou sem? Açúcar, adoçante ou puro? Quente ou gelado? Existem diversas variedades na hora de tomar chá, mas essa última é a que mais divide opiniões. Os fãs de chá muito quente, porém, podem ter acabado de ganhar um argumento contra sua preferência.

Um estudo publicado no periódico Annals of Internal Medicine descobriu que tomar chá muito quente pode aumentar as chances de câncer no esôfago – especialmente se a pessoa fumar e beber regularmente.

O estudo analisou mais de 456 mil participantes na China (um país que toma muito chá), entre as idades de 30 e 79 anos. O questionário era online e incluía perguntas para entender os hábitos de consumo da bebida, incluindo a temperatura – ambiente, quente ou extremamente quente.

A pesquisa concluiu que consumir álcool regularmente, fumar tabaco e ingerir chá muito quente quintuplica as chances de alguém desenvolver câncer no esôfago. E os pesquisadores deixaram claro que os culpados não eram apenas o álcool e o tabaco – hábitos que sabidamente causam câncer. O problema era misturar essas duas drogas com o chá quentíssimo.

Provavelmente, você agora está se perguntando quão quente é ‘muito quente’? Segundo os chineses, cerca de 65º C. Haja friozinho para tanto chá pelando.

 

Chá quente aumenta a probabilidade de câncer no esôfago

Teste detecta Alzheimer sete anos antes dos primeiros sintomas

Teste detecta Alzheimer sete anos antes dos primeiros sintomas

Teste detecta Alzheimer sete anos antes dos primeiros sintomas

Um time de cientistas da University College London desenvolveu um teste para detectar o Mal de Alzheimer sete antes de os primeiros sintomas aparecerem.

Alzheimer é a causa mais comum de demência, responsável por 70% dos casos. A doença não tem cura e a maioria dos medicamentos para conter a diminuição da capacidade cognitiva dos pacientes não surte efeito – 99% dos remédios testados nos Estados Unidos entre 2002 e 2012 falharam, de acordo com a Clínica Cleveland.

Apesar de a única maneira de controlar o avanço da doença seja por meio do diagnóstico precoce, a grande maioria dos pacientes descobre que tem Alzheimer quando os sintomas já estão agravados e alteraram estruturas do cérebro, o que dificulta os tratamentos para barrar seu avanço. O novo estudo, publicado no periódico científico The Lancet Neurology, mostrou que um simples teste de memória consegue detectar os primeiros indícios de demência, mesmo que outros sinais de Alzheimer ainda não tenham se manifestado.

Segundo o novo método proposto pelos pesquisadores, é necessário ficar atento à capacidade de guardar informações depois de uma semana para detectar as primeiras mudanças cognitivas dos possíveis pacientes.

Para chegar a essa conclusão, eles pediram para que 35 pessoas memorizassem uma lista de palavras, detalhes de um diagrama e de uma história. Meia hora depois, os participantes precisaram contar as informações que lembravam. Na semana seguinte, os cientistas perguntaram o que os mesmos voluntários lembravam do teste de sete dias antes.

O detalhe é que 21 integrantes do grupo carregavam uma mutação genética que os tornava mais vulneráveis a desenvolver Alzheimer a partir dos 40 anos. Apesar de saudáveis, os pesquisadores acreditam que a maioria deles poderia apresentar algum sintoma de dano cognitivo dentro de sete anos. Os outros 14 voluntários participaram do experimento como um grupo de controle para comparar com os que tinham mais chances de acabar tendo a doença.

Os autores do estudo perceberam que os 21 “marcados geneticamente” conseguiram responder o teste de memória depois de meia hora, mas passado uma semana não lembravam mais das informações. No grupo dos 14, o desempenho não mudou tanto se comparado ao teste inicial de 30 minutos. Os pesquisadores acreditam que o tipo de teste utilizado no experimento pode ser a primeira forma de descobrir as mudanças cognitivas que desencadeiam o Alzheimer. Além disso, também pode ajudar a identificar a doença com antecedência e a monitorar se o tratamento para controlar a demência está tendo resultados.

“É realmente um caso de perda de memória acelerada. Muitas pessoas têm a impressão de que alguma coisa está errada com a sua memória, mas quando fazem o teste de 30 minutos não mostra nada, porque não é tempo suficiente. As pessoas com a mutação e que estão em estágio inicial da doença, por exemplo, não tiveram resultados ruins depois de 30 minutos, mas depois de sete dias o desempenho delas foi consideravelmente pior. A diferença foi notável”, disse o autor do estudo, Nick Fox, professor do Instituto de Neurologia da UCL, em entrevista ao site The Guardian.

Estima-se que 35,6 milhões de pessoas sofram com a doença no mundo. A Organização Mundial da Saúde acredita que, devido ao envelhecimento da população global, o número de pacientes com esse tipo de demência possa dobrar dentro de 12 anos e triplicar até 2050. A Associação Internacional de Alzheimer defende a possibilidade de que a cada segundo um novo caso seja diagnosticado até a metade do século. No Brasil, a Associação Brasileira de Alzheimer calcula que 1,2 milhão de pacientes tenham a doença.

 

https://super.abril.com.br/saude/teste-detecta-alzheimer-sete-anos-antes-dos-primeiros-sintomas/
Lixo: Uma questão de consciência!

Lixo: Uma questão de consciência!

Está tudo errado!

Sabemos que o problema do lixo no mundo é evidente e permanente, mas, falta também muita conscientização  e punição para amenizarem os problemas do acúmulo de lixo: doméstico, hospitalar e industrial.

Mas, se conscientizarmos desde os pequenos munícipios como em Paramirim que  está faltando consciência da população por falta de orientação ou até de uma punição para os reincidentes…

A maioria reclama que o lixo está espalhado nas ruas, mais o que fazem para evitar? ao invés de ter suas próprias  lixeiras e colocar o seu lixo uma hora antes do caminhão passar, preferem  jogar o seu lixo na frente das casas dos vizinhos ou em terrenos baldios, criando um acúmulo  fora do comum, e para complicar o prefeito  reduziu  os dias de coletas e diminuiu  os salário dos garis, está tudo errado!

Temos que ter nossa própria lixeira tampada, e  temos de colocar o lixo uma hora antes do caminhão passar, evitaremos o acúmulo de lixo e estaremos contribuindo para o bem comum.

A falta de conscientização da população e o acúmulo de lixo nas pequenas cidades do Brasil, Paramirim-BA e região se inclui  nesta triste realidade.

Um dos grandes problemas encontrados nas pequenas e grandes  cidades, é o descarte do lixo produzido diariamente nas residências, hospitais e comércios locais . Devido o aumento do consumo diário de lixo da população de modo geral, não se  tem a  conscientização do descarte correto de seus resíduos sólidos.

O lixo é descartado em situações completamente irregulares, os chamados lixões. O problema ambiental que o lixo gera nessa situação é o chorume – líquido produzido na decomposição de resíduos orgânicos – altamente poluente. Como na maioria das vezes, esses lixões encontram-se localizados na periferia da cidade, vemos o surgimento de dois problemas: o ambiental, que é a poluição das nascentes dos rios, e o social, onde as pessoas em vulnerabilidade econômica tiram dali seu sustento.

Com a mudança na Lei 12.305, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, os prazos foram estipulados para que os municípios fechassem seus lixões e pensassem em alternativas ambientais sustentáveis. Com isso, foi criado o aterro sanitário – uma técnica de disposição de resíduos sólidos no solo, sem causar ou minimizando os riscos à saúde pública, ao meio ambiente e aumentando a segurança.

A reciclagem de materiais descartáveis.

O Brasil é o primeiro país no mundo, de referência em reciclagem da latinha de alumínio. Reciclamos quase que 100% do material, isso ocorre porque interessa economicamente, e é preciso fazer isso com outros materiais: “Precisamos criar demandas que tem interesse econômico para isso. Temos um problema de coleta seletiva no país, e precisamos encontrar a melhor forma em eficiência para fazer, pois não funciona adequadamente”.

Quem for flagrado jogando lixo em áreas de preservação ambiental ou espaços públicos, além da responsabilidade civil, pode ser responsabilizado criminalmente, com prisão, se for o caso, por dano ambiental.

DIÁRIO OFICIAL COM PUBLICAÇÕES DE ATOS OFICIAIS DAS SEGUINTES PREFEITURAS MUNICIPAIS:

ACOMPANHE O JORNAL CORREIO V.P

FIQUE POR DENTRO DO JORNAL CORREIO V.P

ENTRE EM CONTATO CONOSCO

13 + 5 =

Map