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Auditores do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) concluíram nesta sexta-feira (06/02), um curso de capacitação em Auditoria Financeira, realizado na Escola de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), em Belo Horizonte. O objetivo é qualificar e atualizar a equipe técnica sobre novas ferramentas tecnológicas que podem auxiliar na execução da fiscalização. Foram designados pela Superintendência de Controle Externo do TCM para o curso, os auditores de controle externo lvo Arouca Santos da 1ª Inspetoria Regional de Controle Externo (1ª IRCE) e Leonice Silva de Oliveira, da 1ª Diretoria de Controle Externo (1ª DCE). Os dois técnicos integram o Cenafin (Centro de Estudos de Auditoria Financeira do TCM-BA), que é coordenado pelo auditor de controle externo Vitor Maciel, integrante do Conselho de Auditores da ONU.
O treinamento em Belo Horizonte foi ministrado pelo auditor de controle externo, FiIipi Assunção Oliveira (TCE-MG) e destacou as modernas práticas de fiscalização, elaboradas com base nas Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP) e nas Normas de Auditoria de Informação Contábil Histórica Aplicável ao Setor Público (NBC-TASP), e que buscam dar mais eficiência e segurança no processo fiscalizatório. O conteúdo do curso abrangeu desde o alinhamento teórico e prático em demonstrações contábeis até o desenvolvimento de habilidades em gestão de riscos e aplicação de testes de amostragem em grandes volumes de dados.
O curso é parte da programação da Rede Integrar, que busca estimular a cooperação técnica, a troca de informações e a qualificação dos auditores de todos os tribunais de contas do Brasil. A rede é fruto do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre IRB, Atricon, TCU e tribunais de contas estaduais e de municípios, com o objetivo de estabelecer cooperação técnica para fiscalização e aperfeiçoamento das políticas públicas.
Ao incentivar o intercâmbio de conhecimentos e a padronização de procedimentos, a ação busca fortalecer diretamente a transparência e a eficiência na gestão dos recursos públicos municipais em todo o território nacional.
https://www.tcm.ba.gov.br/tecnicos-do-tcm-participam-de-curso-sobre-auditoria-financeira/#

Na manhã desta quarta-feira (04/02), o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia deu início às atividades de mais um dos seus órgãos colegiados, a 1ª Câmara, que realizou a sessão inaugural às 10h. Na pauta, foram apreciados entre outros, 13 processos relacionados a medidas cautelares, denúncias, representações e termos de ocorrência.
A 1ª Câmara é presidida pelo conselheiro Paulo Rangel e composta pelo conselheiro Nelson Pellegrino e pelo conselheiro substituto Antônio Carlos da Silva. Durante a sessão, o colegiado também analisou as contas de seis câmaras municipais.
Foram consideradas regulares – sem qualquer ressalva – as contas das câmaras de Brotas de Macaúbas (Johnson Jonny Sodré Coelho), Encruzilhada (Maria Verônica de Sá), Iramaia (Agripino Ramos da Silva) e Ituaçu (Almir Santos Pessoa). E regulares com ressalvas as contas de Barra do Rocha (Amaurilho Bispo de Souza Neto) e de Ibititá (Maria Aparecida Neiva). Com exceção das contas de Brotas de Macaúbas – que são relativas ao exercício de 2023 –, todas as demais são referentes ao ano de 2024.
Pelas ressalvas, os conselheiros imputaram aos gestores multas de R$1,5 mil (Barra do Rocha) e R$2 mil (Ibititá).
Ainda na sessão, os auditores Alex Aleluia e Cláudio Ventin relataram dez processos relacionados à área de pessoal, sendo cinco de aposentadoria voluntária e cinco de reversão de aposentadoria por invalidez, dando continuidade à apreciação de atos administrativos de competência da Corte.
Cabe recurso da decisão.
https://www.tcm.ba.gov.br/1a-camara-do-tcm-inicia-atividades-com-analise-de-29-processos/#
A alta no cachê das bandas contratadas pelas prefeituras para se apresentar nos festejos juninos foi tema de uma reunião realizada na manhã desta sexta-feira (30), na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB). Representantes de associações municipalistas de seis estados apontaram a necessidade de estabelecer critérios justos para a remuneração dos artistas, com o objetivo de preservar o erário público e não comprometer os recursos que podem ser investidos em saúde, educação e serviços essenciais. A reunião contou com a presença da promotora do Ministério Público, Rita Tourinho, que orienta os municípios a observar excessos na variação do cachê das bandas de um ano para o outro.
“O São João é uma festa democrática, aquece a economia dos municípios e nós queremos fazer uma grande festa, mas pagando um preço justo sem comprometer as finanças dos municípios”, afirmou o presidente da UPB e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso. “Esse movimento já se tornou do Nordeste. Os nove estados estão neste processo. Presidentes de associações estaduais já confirmaram participação. A ideia é evitar que saia daqui e vá inflacionar Pernambuco, Alagoas ou outros estados. É uma ação integrada do Nordeste”, acrescentou Cardoso.
A promotora Rita Tourinho destacou que o Painel dos Festejos Juninos do Ministério Público já vem apontando uma majoração exacerbada dos cachês das bandas, ano após ano.“O que está se buscando é critérios para limitar esses aumentos. Não significa o controle do mercado privado. A questão é: qual o limite de pagamento por parte da administração pública. Tenho certeza que essa é uma pauta justa, simpática à população porque a população quer sim festejos, mas quer que, além disso, suas necessidades básicas sejam atendidas”, refletiu.
O encontro reuniu presidentes e representantes de entidades municipalistas do Nordeste, que compartilharam experiências e preocupações comuns relacionadas ao crescimento dos custos dos festejos juninos, especialmente com grandes atrações musicais. Para os gestores, o debate é fundamental para garantir que a tradição cultural seja mantida sem comprometer a responsabilidade fiscal e a capacidade de investimento dos municípios em políticas públicas. Os gestores apontaram a necessidade de estabelecer critérios justos para preservar o erário público e não comprometer recursos que podem ser investidos em saúde, educação e áreas essenciais.
“Temos que ter uma resolução e um parâmetro de cobrança de valor”, afirmou o presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (FAMUP-PB), George Coelho. “A população tem direito a cultura e lazer, mas também não é justo o ‘público’ estar arcando com os custos elevadíssimos”, complementou o presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Joacy Júnior. Para o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Marcelo Beltrão, “é uma preocupação gigantesca da gente porque sempre há uma pressão popular para se colocar a melhor festa”.
O atual presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), Baba Anteomar Pereira da Silva, destacou ser importante que o tema seja puxado pela Bahia, “porque quando a gente toma uma decisão colegiada tem mais força”. A reunião contou também com a participação de representantes da Federação dos Municípios do Estado do Sergipe (FAMES) e da Associação Piauiense de Municípios (APPM).
Ao final ficou definido um novo encontro com os órgãos de controle na próxima quarta-feira (4) para tratar sobre a pauta, com a expectativa de avançar na construção de orientações conjuntas que auxiliem os municípios na contratação de atrações e na organização financeira dos festejos juninos de 2026.
A fiscal de tributos Márcia Carvalho foi nomeada membro titular do Conselho Superior do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CS-CGIBS), instância máxima de deliberação do novo tributo que unifica o ICMS e o ISS, no âmbito da Reforma Tributária em curso no Brasil. A nomeação foi publicada nesta quinta-feira, 30 de janeiro de 2026, no Diário Oficial da União.
A indicação foi realizada pela União dos Municípios da Bahia (UPB) e aprovada no âmbito da Confederação Nacional de Municípios (CNM), durante Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 27 de janeiro, em Brasília. Márcia Carvalho passa a representar os municípios do Nordeste no colegiado, que reúne representantes dos entes federativos responsáveis pela governança e operacionalização do IBS.
Formada em Direito, com MBA em Reforma Tributária, Márcia Carvalho possui larga experiência na área fiscal, atuando há anos como servidora pública e fiscal de tributos do município de Jequié, no sudoeste da Bahia. Sua trajetória técnica e conhecimento aprofundado sobre a legislação tributária foram determinantes para a escolha, em um momento considerado estratégico para os municípios brasileiros.
O Conselho Superior do Comitê Gestor do IBS tem papel central na definição de normas, diretrizes e na supervisão da implementação do novo imposto, que marca uma profunda mudança no sistema tributário nacional. A presença de uma representante municipal com perfil técnico reforça a defesa do federalismo fiscal cooperativo e garante que as realidades locais e regionais sejam consideradas nas decisões.

Para a UPB, a nomeação de Márcia Carvalho representa um avanço institucional importante, fortalecendo a participação dos municípios baianos e nordestinos nos espaços nacionais de decisão e assegurando protagonismo municipal na construção do novo modelo tributário do país. Os indicados pelos municípios de Ilhéus e Barreiras também compõe o comitê, ocupando a segunda suplência.