O Brasil alcançou um importante resultado no mercado de trabalho. A taxa de desemprego caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, o menor índice registrado para esse período desde o início da série histórica, em 2012.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).
Outro destaque é o número de brasileiros trabalhando: 103,6 milhões de pessoas ocupadas, o maior contingente já registrado pela pesquisa.
Na comparação com o trimestre anterior, houve aumento de 581 mil pessoas ocupadas. Em relação ao mesmo período de 2025, o crescimento foi de aproximadamente 1,2 milhão de trabalhadores.
O desemprego está em queda
A redução do desemprego demonstra o fortalecimento da ocupação no país. O resultado também representa uma melhora em relação aos indicadores registrados no ano passado.
Comparação dos trimestres encerrados em setembro, junho e setembro de 2026.
Mais empregos com carteira assinada
O levantamento do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, também apresenta números positivos.
Em agosto de 2026, o Brasil registrou saldo positivo de 165.827 empregos formais. No acumulado de janeiro a agosto, foram criados 1.134.033 postos de trabalho com carteira assinada.
O estoque de empregos formais chegou a 48,2 milhões de vínculos.
Saldo acumulado de janeiro a agosto, segundo o Novo Caged.
Quais setores mais geraram empregos?
Entre janeiro e agosto, os destaques foram:
Serviços: 697.859 vagas.
Construção: 200.431 vagas.
Indústria: 170.442 vagas.
Agropecuária: 56.024 vagas.
Comércio: 9.300 vagas.
O setor de serviços liderou a geração de empregos formais, enquanto a construção civil apresentou crescimento proporcional expressivo.
O desafio agora é melhorar a qualidade do emprego
Apesar dos resultados positivos, o país ainda enfrenta desafios importantes. A informalidade, a valorização salarial, a qualificação profissional e a ampliação das oportunidades para jovens continuam na agenda econômica e social.
A geração de empregos precisa vir acompanhada de melhores salários, direitos trabalhistas e condições dignas de trabalho.
O Brasil em movimento
Os indicadores divulgados pelo IBGE e pelo Ministério do Trabalho mostram um cenário de expansão da ocupação e redução do desemprego.
Mais brasileiros trabalhando significam mais famílias com renda, maior capacidade de consumo e novas oportunidades para o comércio, a indústria e os serviços.
Emprego é dignidade, renda, independência e esperança de um futuro melhor!
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Fontes: IBGE – PNAD Contínua; Ministério do Trabalho e Emprego – Novo Caged; Agência Gov.

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